Sobre nós
Começou com um livro.
Depois vieram as abelhas.
E elas mudaram nossas vidas.
A FAOL nasceu da curiosidade.
Antes da marca, antes dos produtos e antes de imaginarmos onde tudo isso poderia chegar, Fernando Antônio Lopes começou a se interessar pelo universo das abelhas.
Sempre houve nele um amor muito grande pelos animais e pela natureza. Mas foi a partir de um primeiro livro sobre apicultura que surgiu uma curiosidade diferente: entender o que realmente existia dentro de uma colmeia.
Vieram os estudos. Depois, as primeiras experiências.
E então as abelhas chegaram de verdade.
O que começou como curiosidade começou a transformar nossa maneira de enxergar a natureza.
Uma história entre pai e filho
Fernando não fez essa descoberta sozinho.
Desde o início, contou com o apoio de seu pai, Paulo Eduardo.
E aconteceu algo que ninguém havia planejado: quanto mais Fernando se interessava pelas abelhas, mais Paulo também se envolvia com aquele universo.
Cada um encontrou ali sua própria paixão.
Fernando passou a estudar cada vez mais a colmeia, seus produtos, seus bioativos e tudo o que a ciência vem descobrindo sobre as abelhas.
Paulo desenvolveu um carinho especial pelas plantas melíferas — árvores, flores e espécies capazes de oferecer alimento às abelhas e ajudar a sustentar toda a vida ao redor da colmeia.
O assunto passou a fazer parte das conversas, da rotina e dos planos da família.
E continua fazendo.
As abelhas mudaram nossa maneira de enxergar a natureza
Conviver com as abelhas nos ensinou uma coisa importante:
uma colmeia é muito maior do que o mel.
Ali existe alimento, organização, cooperação, biodiversidade e uma quantidade extraordinária de substâncias naturais que a humanidade estuda há séculos — e que a ciência continua investigando.
Mel. Própolis. Cera. Geleia real. Pólen. Apitoxina.
Quanto mais aprendíamos, mais percebíamos o quanto ainda havia para descobrir.
Foi desse encantamento que nasceu a FAOL.
A FAOL
Da colmeia para a vida moderna.
A FAOL nasceu para aproximar as pessoas desse universo.
Começamos pelo mel, mas nossa curiosidade nunca parou nele.
Hoje, buscamos entender como os alimentos e bioativos produzidos pelas abelhas podem fazer parte de uma vida contemporânea que valoriza bem-estar, autocuidado, alimentação e longevidade.
Alguns chegam à mesa.
Outros chegam à pele.
E muitos ainda estão sendo estudados.
Por isso, a FAOL é também uma empresa movida pela descoberta.
Não queremos simplesmente vender produtos das abelhas.
Queremos ajudar mais pessoas a olhar para a colmeia com a mesma curiosidade com que nós aprendemos a olhar.
Nosso mel
Cada safra começa nas flores.
Antes do mel, existe uma flor.
Antes da flor, existe um ambiente inteiro trabalhando.
É por isso que aprendemos a olhar não apenas para as abelhas, mas também para aquilo que as alimenta.
O interesse de Paulo Eduardo pelas plantas melíferas passou a fazer parte dessa história: observar espécies, floradas e tudo aquilo que pode tornar um ambiente mais rico para os polinizadores.
Cada mel carrega características de sua origem, de sua florada e do momento em que foi produzido.
E é justamente isso que o torna tão especial.
Nossa filosofia
Natureza, ciência e curiosidade.
Não acreditamos que já sabemos tudo sobre as abelhas.
Muito pelo contrário.
É justamente perceber o quanto ainda existe para descobrir que nos mantém curiosos.
Acompanhamos pesquisas, estudamos novos bioativos e procuramos transformar conhecimento em produtos que façam sentido na vida das pessoas.
Sempre respeitando aquilo que está na origem de tudo:
as abelhas e a natureza.
Uma história que ainda está começando
A história da FAOL não aconteceu gerações atrás.
Ela está acontecendo agora.
Estamos plantando novas espécies.
Aprendendo novas floradas.
Estudando novos produtos da colmeia.
Desenvolvendo novos produtos.
Errando, acertando e descobrindo todos os dias alguma coisa que ainda não sabíamos.
E talvez seja justamente isso que mais nos encanta.
Começou com um livro.
Depois vieram as abelhas.
E ainda não sabemos até onde elas vão nos levar.
FAOL
Natureza que presenteia.
(Nossa primeira colheita)
